30.11.08
Quando começamos a escrever, começamos a imaginar, participar, protagonizar a história ou algo parecido, mesmo que seja surreal.
Gostaria não só de escrever e vivenciar, gostaria que aquilo que fosse escrito tornasse-se brevemente ou no futuro real, mas infelizmente não tenho essa felicidade, esse dom.
Minhas linhas das dissertações seriam todas, acredito, resolvendo o problema em que se encontra o nosso Brasil. É, o mundo todo pede socorro, mas como diz o ditado "de grão em grão a galinha enche o papo.
Ah! Mas não posso somente sonhar, ser mais um no meio dos sonhadores, devo ter atitude e achar uma maneira corriqueira de resolver as coisas. Esta maneira um dia, acredito, vou encontrar.
Mas sonhar já é um grade passo, ter atitude é uma grande caminhada e finalmente concretizar o sonho é a chegada para o sucesso!"
Texto de Deivith Marins Camargo
Que a força do medo que eu tenho não me impeça de ver o que anseio. Que a morte de tudo em que acredito não me tape os ouvido e a boca. Porque metade de mim é o que grito mas a outra metade é o silêncio.
Que a música que eu ouço ao longe seja linda, ainda que triste. Que a/o mulher/homem que eu amo seja para sempre amada/o mesmo que distante. Porque metade de mim é partida mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo não sejam ouvidas como prece nem repetidas com fervor. Apenas respeitadas como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimento. Porque metade de mim é o que ouço mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora se transforme na clama e na paz que eu mereço. E que essa tensão que me corroe por dentro seja um dia recompensada. Porque metade de mim é o que penso mas a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste e que o convivio comigo mesmo/a se torne ao menos suportável. Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso, que eu me lembro ter dado na infância. Porque metade de mim é a lembrança do que fui a outra metade eu não sei.
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria para me fazer aquietar o espirito. E que o teu silêncio fale cada vez mais. Porque metade de mim é abrigo mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta mesmo que ela não saiba. E que ninguém a tente complicar porque é preciso simplicidade para faze-la florescer. Porque metade de mim é platéia e a outra metade é a canção.
E que minha loucura seja perdoada. Porque metade de mim é o amor e a outra metade também.
Osvaldo Montenegro
5.9.07
Considerado um dos hinos nacionais mais lindos do mundo, com poesia e musicalidade ímpar, o Hino da Independência do Brasil é entoado milhares de vezes nos dias que marcam a Semana da Pátria Brasileira.
Em manifestação de patriotismo e unidade, crianças e adolescentes, em número vultoso, vivenciam e participam de atividades cívicas alusivas à Semana da Pátria. Nesta semana, o melodioso Hino Nacional tenta incutir e revigorar o amor e respeito pela Pátria Amada, deslumbrada por pensamentos e reflexões acerca do compromisso de cada cidadão na seguridade do bem comum no solo brasileiro.
Encanta, sem sombra de dúvidas, visualizar pequenos e pulsantes corações humanos em postura de respeito pela Bandeira do(a) brasileiro(a). Para isto, basta marcar presença em Instituições de Ensino em início ou término de atividades, onde crianças e adolescentes reverenciam-se ao civismo. Não estando em pauta análises do ato em si, embora ainda possa estar vivo na mente devido atletas do Pan-Americano terem sido autores de lindas e críticas homenagens ao Brasil sonho e realidade.
Emerge, não negando as atuais situações do nosso Estado, um sonho a médio e longo prazo: a vivência e adoção pessoal do compromisso pelo bem comum, tão sonhado enquanto jovens, não tendo ainda o poder constituído.
Assim, a educação propagada pelas Instituições de Ensino, sejam elas públicas ou privadas, possuem poder de lapidação no crescimento e maturação do saber teórico e prático. Assim como cita o slogan da Rede Marista de Educação: conhecimentos para grandes ideais.
3.8.07
Incansáveis vezes nos deparamos com citações ou leituras que nos remetem à inovação. Na maioria delas, propondo garantias de distinção profissional ou mercadológico.
Noutro dia um professor universitário afirmou da grande dificuldade do ser humano em desaprender. Assim, abordam-se diretamente sobre os paradigmas, nos mais diversos enigmas na dificultosa substituição.
Acredito realmente que o passo mais complexo é o da mudança. Talvez o mais dolorido, por ser capaz de trazer à tona velhos medos, erros e possíveis fracassos. Sempre é mais fácil permanecer na “zona de conforto”, diriam os psicólogos, por garantir comodidade fora do mundo incerto das novidades.
Assim, entendem-se alguns autores quando afirmam que, na atualidade, o maior patrimônio das instituições está alocado (salvo algumas marcas) nos recursos humanos, exatamente pelo diferencial proporcionado pelo reaprender sistemático, resultando no sucesso da organização pertencente.
É nesta brecha de mercado que se pode conquistar respaldo, realização e sucesso pessoal e profissional, na ousadia de estar imerso num processo sistêmico e de mudança.
14.7.07
Muito se tem ouvido de diferenças entre liderança e poder constituído. Não desejo mencionar o poderio de ambas, apenas focar diferenças entre posturas de gestão.
Sendo notícias de capa em praticamente todos os jornais está em voga a abertura do mirabolante e uma das principais competições do calendário esportivo mundial: os jogos Pan-americanos. Não é objetivo delinear sobre este tema e sim, sobre uma postura e receptividade do Excelentíssimo Presidente de nosso Estado Federativo.
Ainda no momento das formalidades do evento, não levei por surpresa alguma a retirada da fala do Presidente Lula dando declarado aberto o evento. Entendi perfeitamente como sendo um “poupar a imagem”, mesmo já corroída.
Sinceramente, me causou um desconforto instantâneo ao ver a foto, no jornal Zero Hora, de nossa autoridade maior, com um tom de não entender o porquê de ter sido privado de participar e dar continuidade à praxe do protocolo de abertura. Admiro a sensibilidade dos organizadores! Lastimo a ausência do famoso “desconfiômetro” do nosso chefe. Será que as vaias foram poucas? Não percebe mais ou não tem indicadores de onde está o grau de contentamento sob acontecimentos deploráveis que são escancarados na corrupção e jogo de interesses? Bem que o Brasil poderia ter sido poupado de mais este “mico” mundial, devido à abrangência já citada da competição.
Uma pena, conforme diz uma amiga minha, que a comunicação em off não tenha poupado os movimentos intencionais para a fala do Presidente, revelando o então corte do protocolo. Afinal, seja ele líder ou não, é nossa autoridade com poder constituído.
12.7.07
Desde a concepção, a sintonia com o meio nos cerca. A influência desse meio externo implica diretamente em nossa formação pessoal e, logicamente, contribui no lapidar processual de nossa personalidade.
Alguns chavões como, por exemplo, “diga-me com quem anda e direi quem és”, incrivelmente possui certa lógica, pois de acordo com a cultura impregnada em estilo de vidas que nos cercam, queira ou não, como já dito, contribuem na elaboração e firmar de nosso “eu”.
Mas, o que gostaria mesmo de compartilhar com você, é um convite de exatamente transcender o lógico, o palpável, o que todo “mundo pensa” e aceita. Por exemplo: quem ainda não teve, no seu convívio, a figura de um ou uma “mala”? Nisso, já cai por terra o chavão acima citado, pois, pode você não ser também. Não é a promoção da relatividade que manifesto. Calma! Mas que você e eu, consigamos ter e manter um olhar holístico.
Conseguir abranger coisas diferentes e além do que o âncora de seu programa favorito indica ou foca é um dom um diferencial. Talvez pudéssemos ultrapassar a euforia do PAN e resolver-se pessoalmente, podendo lembrar que temos responsabilidades na formação dos outros, de quem convive conosco, afinal, nem tudo é relativo: independente de nosso querer, somos contributo na vida de quem nos cerca. Acredite: vale a pena marcar positivamente a vida de alguém, não pelo óbvio ou socialmente aceito, mas por valores que possam polir e desnudar o valor e a função social de sua existência.
10.7.07
Imersos em um cenário repleto de constantes e céleres mudanças, possuir sensibilidade para delinear protagonismo inovador na atualidade, se faz necessário.
O conjunto de competências que demandam da pessoa hoje, define-se através da educação e das experiências que cada indivíduo se faz partícipe. O diferencial competitivo, seja do âmbito profissional ou pessoal, realmente se baseia na capacidade de interação com o ambiente de modo a congregar criativamente com o meio.
Não importa onde, seja no Oriente ou Ocidente, penso ser assim que ocorra a formação pessoal ou profissional. O que realmente difere é a forma de compreender verbos de ação como protagonizar, congregar, competir, inovar. Disto denota a caracterização antagônica de elemento bom ou mau, anjo ou demônio sujeito da mesma humanidade, variado apenas pela forma de conceber e adotar a ação desencadeada pelos verbos.
Nisto se faz valor a obtenção de sensibilidade agregada às práticas. Diferente do que algumas frentes cínicas e medíocres pregam, a sensibilidade nada tem a ver com opção sexual. Aliás, é através dela (sensibilidade) que surgem tantos inventos e formas de ser e agir que, além de diferenciar-se no trato inteligente com indivíduos, é capaz de obter sucesso empresarial em um mercado tão voraz.
"Quando começamos a escrever, começamos a imaginar, participar, protagonizar a história ou algo parecido, mesmo que seja surreal.
Gostaria não só de escrever e vivenciar, gostaria que aquilo que fosse escrito tornasse-se brevemente ou no futuro real, mas infelizmente não tenho essa felicidade, esse dom.
Minhas linhas das dissertações seriam todas, acredito, resolvendo o problema em que se encontra o nosso Brasil. É, o mundo todo pede socorro, mas como diz o ditado "de grão em grão a galinha enche o papo".
Ah! Mas não posso somente sonhar, ser mais um no meio dos sonhadores, devo ter atitude e achar uma maneira corriqueira de resolver as coisas. Esta maneira um dia, acredito, vou encontrar.
Mas sonhar já é um grade passo, ter atitude é uma grande caminhada e finalmente concretizar o sonho é a chegada para o sucesso!"
Texto de Deivith Marins Camargo